Cantamos juntos

Fotografia tirada pela minha afilhada de Tuna.

Deste amor que nasceu meigo e calmo, guardo uma ternura imensa que me preenche todos os dias.
Quando me cai o silêncio da boca, és tu quem me faz voltar a cantar outra vez. 
Primeiro, baixinho. Depois, mais alto. 
Primeiro, tu sozinho. Depois, nós os dois, numa voz apenas, com dois timbres que se completam nesta nossa melodia pintada com cordas. 
O nosso olhar tem ainda uma história pequenina, mas é nele que nos sentimos em casa. É onde não precisamos de mais nada, em que nós nos bastamos um ao outro. Nele espelham os nossos defeitos e as nossas qualidades. Espelha o passado de cada um e o futuro de ambos. Não precisamos de discursos para o sentir. Apenas sentir.

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