Leonor, NĂ´r, NĂ´nĂ´...
Há imenso tempo que não te vejo pessoalmente, mas vou acompanhando o teu talento que nunca deixei de admirar. Os bons vencem nesta vida e tu estás no caminho para a vitória. Parabéns pelos trabalhos que vais fazendo! E um obrigada sentido por aceitares perderes um pouquinho do teu tempo a conversar comigo!
1 - Leonor, para começar, e uma vez que ainda não te conhecemos aqui pela Blogosfera, gostarias de fazer uma apresentação sobre ti e sobre o teu trabalho?
2 - Quando Ă© que percebeste que a tua vida estaria inclinada para esta área magnĂfica?
3 - Dentro do mundo vasto da Arte, que área te deixa o coração a palpitar com mais força?
4 - E nas artes plásticas, Ă© para a Pintura que tens mais tendĂŞncia a «cair» para te expressar?
5 - Fala-nos um pouco sobre o teu crescimento e evolução relativamente a esta paixão. Certamente, tens notado algumas mudanças na tua forma de pensar e de estruturar as coisas. O que sentes que mais tem mudado em relação a isso?
6 - Também tocas Violino. O que te fascina na Música?
7 - No Cinema... há algum filme que te tenha marcado especialmente?
8 - Já tiveste alguma experiência a realizar alguma curta-metragem? Tens alguma curiosidade neste campo?
9 - Na Fotografia, qual a caracterĂstica que consideras fundamental para que consiga marcar profundamente determinado tipo de população?
10 - Na experiência que tens tido e pelo que vais observando, tendo em conta a diversidade da população, qual das artes que hoje parece chegar mais facilmente a um maior número de pessoas?
LINKS
PortefĂłlio/Blogue:
https://leonorfernandes.weebly.com/
Instagram:
@leonorcms_fernandes
@leonorfernandesart
Facebook:
https://www.facebook.com/Leonor-Fernandes-882590101796636/
Todas as imagens desta publicação são da autoria da Leonor.
Há imenso tempo que não te vejo pessoalmente, mas vou acompanhando o teu talento que nunca deixei de admirar. Os bons vencem nesta vida e tu estás no caminho para a vitória. Parabéns pelos trabalhos que vais fazendo! E um obrigada sentido por aceitares perderes um pouquinho do teu tempo a conversar comigo!
Olá, Carol! É verdade, já lá vai
algum tempo. Se bem me lembro a última vez que te vi e que falámos foi na Feira
de S. Pedro, sentadinhas ao pĂ© da rolote dos kebabs (ahah!) para meter “vidas em
dia”, partilhando (e suspirando) episĂłdios e crescimentos, que entretanto
acumulámos desde os tempos da Freiria, da Henriques Nogueira e das faculdades…
oh, tempo!
Em primeiro lugar, eu Ă© que
agradeço por te teres lembrado de mim e me teres lançado este “desafio” tĂŁo bom
e que aquece tanto a alma. Em segundo, acho que te enganaste na frase “perderes
um pouquinho do teu tempo a conversar comigo”. NĂŁo será antes “ganhares”? Como
posso perder tempo a falar de paixões? Muito menos a quem se mostra tocado de
alguma forma por elas? SĂł vejo ganhos aqui (por isso, mais uma vez, te
agradeço).
1 - Leonor, para começar, e uma vez que ainda não te conhecemos aqui pela Blogosfera, gostarias de fazer uma apresentação sobre ti e sobre o teu trabalho?
Bem…
Não sou muito de aventuras espontâneas, embora sonhe sempre com elas. Sou
simples na (minha) generalidade, complicada nos (meus) pormenores. Sou a mais
velha, mas a mais baixa, de cinco (nĂŁo me subestimem, desenvolvi toda uma gama
de estratĂ©gias para me impor… ou nĂŁo… pelo sim pelo nĂŁo posso sempre dizer
“respeitinho aos mais velhos”).
NĂŁo leio muitos livros, mas pessoas sim (todos os dias)! Mordo as bochechas quando estou nervosa e quando (so)rriu demasiado elas apoderam-se de metade da minha cara. NĂŁo passo um dia sem cafĂ© –“por (Ca)(FĂ©) Ă© que nos salva!” como dizia o meu querido avĂ´. Gosto de ver e ir Ă bola, de aguarelas e de estrelas.
Equitação, MĂşsica, Taekwondo e Escutismo alegraram-me a vida. FamĂlia, amigos e arte embeleza(ra)m-na. Entreguei-me Ă s Belas-Artes e agora ando a descobrir o mundo dos museus. A lista poderia estender-se por mais e mais linhas, mas eu tenho mais perguntas a responder e vocĂŞs paciĂŞncia finita, quero aproveitá-la bem.
Quanto ao meu trabalho penso que, embora considere extremamente delicada e difĂcil a tradução por palavras, revela as constantes buscas, (in)certezas, (des)encontros, gestos e impulsos em que me desdobro e faço desdobrar, dia apĂłs dia, eternizados numa pintura, fotografia, desenho… autĂŞnticas ferramentas de uma alma itinerante, errante, arrebatada (a minha, a tua, a de todos).
NĂŁo leio muitos livros, mas pessoas sim (todos os dias)! Mordo as bochechas quando estou nervosa e quando (so)rriu demasiado elas apoderam-se de metade da minha cara. NĂŁo passo um dia sem cafĂ© –“por (Ca)(FĂ©) Ă© que nos salva!” como dizia o meu querido avĂ´. Gosto de ver e ir Ă bola, de aguarelas e de estrelas.
Equitação, MĂşsica, Taekwondo e Escutismo alegraram-me a vida. FamĂlia, amigos e arte embeleza(ra)m-na. Entreguei-me Ă s Belas-Artes e agora ando a descobrir o mundo dos museus. A lista poderia estender-se por mais e mais linhas, mas eu tenho mais perguntas a responder e vocĂŞs paciĂŞncia finita, quero aproveitá-la bem.
Quanto ao meu trabalho penso que, embora considere extremamente delicada e difĂcil a tradução por palavras, revela as constantes buscas, (in)certezas, (des)encontros, gestos e impulsos em que me desdobro e faço desdobrar, dia apĂłs dia, eternizados numa pintura, fotografia, desenho… autĂŞnticas ferramentas de uma alma itinerante, errante, arrebatada (a minha, a tua, a de todos).
2 - Quando Ă© que percebeste que a tua vida estaria inclinada para esta área magnĂfica?
Desde
cedo que as cores, os pinceĂs, os lápis e as telas ocuparam um lugarzinho
especial no meu coração. Sempre adorei desenhar e pintar e a minha primeira resposta
Ă pergunta “o que queres ser quando fores grande? provou isso – “pintora” (por
volta dos seis anos até pedi como prenda de anos uma boina preta e um
cavalete). No entanto, essa certeza rapidamente se fragilizou. NĂŁo a certeza de
que adorei e adoro pintar, mas a de que quereria ser pintora, artista.
Na verdade, estive muito perto de nem sequer escolher artes no secundário. CiĂŞncias ou artes? O que faço agora? Gosto de ambas… preciso de ambas… (nĂŁo Ă© que no dia das matrĂculas, os professores responsáveis que me apareceram com uma ficha, na qual uma cruz bastaria para a decisĂŁo da área, eram, sem mais nem menos, a professora de CiĂŞncias e o professor de EV? Engraçado). E pronto, o tal conselho de “escolhe o que te faz mais feliz” fez-me sentido. E por esse conselho tenho guiado a minha vida. Depois do secundário escolhi licenciar-me em Pintura, e assim foi. E nĂŁo foi, nem Ă©, um caminho sem pedras, sem incertezas e sem “crises existenciais”, mas sĂŁo pedras, incertezas e crises coloridas.
Na verdade, estive muito perto de nem sequer escolher artes no secundário. CiĂŞncias ou artes? O que faço agora? Gosto de ambas… preciso de ambas… (nĂŁo Ă© que no dia das matrĂculas, os professores responsáveis que me apareceram com uma ficha, na qual uma cruz bastaria para a decisĂŁo da área, eram, sem mais nem menos, a professora de CiĂŞncias e o professor de EV? Engraçado). E pronto, o tal conselho de “escolhe o que te faz mais feliz” fez-me sentido. E por esse conselho tenho guiado a minha vida. Depois do secundário escolhi licenciar-me em Pintura, e assim foi. E nĂŁo foi, nem Ă©, um caminho sem pedras, sem incertezas e sem “crises existenciais”, mas sĂŁo pedras, incertezas e crises coloridas.
3 - Dentro do mundo vasto da Arte, que área te deixa o coração a palpitar com mais força?
Diria que a pintura e a fotografia sĂŁo os meus mundos preferidos dentro
do universo da arte. Não consigo escolher apenas um. Para mim eles opõem-se e complementam-se
simultaneamente. Há coisas que sĂł vejo, sinto, revelo ou escondo numa pintura… Há
coisas que sĂł vejo, sinto, revelo ou escondo numa fotografia…. E há coisas que
só vejo, sinto, revelo ou escondo com ambas em diálogo, ou em silêncio. O
nascimento da fotografia, há quem diga, trouxe a primeira crise Ă pintura… o
que por um lado nĂŁo deixa de ser verdade… mas, e quanta potencialidade? Ambas
falam e fazem falar de maneira particular, preciso de ambas (e a vida também).
4 - E nas artes plásticas, Ă© para a Pintura que tens mais tendĂŞncia a «cair» para te expressar?
Sim, caio e caio mesmo. Ă€s vezes nem me consigo levantar… Especialmente
quando dá luta, sabes? Ă€ procura do tom, do volume, da composição, da ideia…
dos outros ou de mim própria. Prende mas também liberta. Há coisas que ficariam
por dizer se não pudesse pintar. E por sonhar. Devemos muito à pintura. À
Arte… SĂł que ainda nem todos
acordaram…Quanta (in)sensibilidade?
5 - Fala-nos um pouco sobre o teu crescimento e evolução relativamente a esta paixão. Certamente, tens notado algumas mudanças na tua forma de pensar e de estruturar as coisas. O que sentes que mais tem mudado em relação a isso?
Como Ă© natural, a minha ingenuidade de ontem nĂŁo
é a mesma de hoje, e a de hoje não será a mesma de amanhã. Sabias que a maioria
das pessoas nĂŁo desenvolvem as suas potencialidades artĂsticas alĂ©m das que
atingiram por volta dos nove anos? Precisamente quando descobrimos a
“perspetiva”… e a frustração da dificuldade de a plasmarmos no desenho ou na
pintura, por exemplo, levam-nos a perder parte do interesse no processo
artĂstico… Geralmente, porque achamos “nĂŁo ser capazes de”… e na “criação
artĂstica” das crianças, contrariamente Ă dos adolescentes e Ă dos adultos, embora
possam estar conscientes de que as suas obras sĂŁo diferentes Ă s dos outros, nĂŁo se
sentem pressionadas por regras, convencionalismos ou complexos – doce
ingenuidade. Queremos encaixar-nos e acabamos por adormecer o que pode existir
de melhor em nĂłs.
Isso tem acontecido um pouco ao longo do meu crescimento. Certamente quando era mais nova era mais ousada nas minhas escolhas (mesmo que inconscientemente): nĂŁo tinha medo de misturar cores estridentes com cores secas… de encher folhas… de fugir a regras. No básico e no secundário ensinam-nos teorias da cor, da forma, falam-nos que o equilĂbrio, a homogeneidade e o realismo sĂŁo as chaves e que pintar fora dos contornos Ă© sinĂłnimo de imperfeição. E depois? Na faculdade descobrem-nos presos e tentam ensinar-nos a ser novamente crianças: a arriscar, misturar, cortar, dobrar, virar, remexer, descolar, agitar… numa procura de identidade tremenda. E esta foi a principal mudança que senti em relação Ă maneira de ver, pensar e sentir a arte ao longo dos anos.
Tento ser, de certa forma, cada vez mais a Leonor dos seis anos, que respondeu sem medo que queria ser pintora e que nĂŁo cedia na decisĂŁo de juntar laranja com rosa, de fazer braços a sair diretamente da cabeça ou olhos esbugalhados num sol no canto da folha. Uma criança nĂŁo se fica pelas preferĂŞncias estĂ©ticas (atĂ© porque muitas vezes ainda nem as tem nem as sabe), nĂŁo se guia por escolas artĂsticas e muito menos se prende por valores de mercado, nĂŁo lhe interessa o domĂnio da tĂ©cnica e muito menos a “transcendĂŞncia” das suas “obras” … e isso Ă© maravilhoso. Gostava de continuar assim. E tem sido uma luta (Ă s vezes brincadeira) constante. Ainda me Ă© difĂcil. Muitas vezes acabo novamente presa. Ă€s vezes surpreendo-me com o resultado (ou com o prĂłprio processo). Ă€s vezes vale a pena cada tentativa. Ă€s vezes vale a pena deixar em aberto. E Ă© nesta mesma corda bamba que tenho cresc(ido). Parte de mim gosta e guia-se pelos academismos, parte de mim tenta combate-los.
Isso tem acontecido um pouco ao longo do meu crescimento. Certamente quando era mais nova era mais ousada nas minhas escolhas (mesmo que inconscientemente): nĂŁo tinha medo de misturar cores estridentes com cores secas… de encher folhas… de fugir a regras. No básico e no secundário ensinam-nos teorias da cor, da forma, falam-nos que o equilĂbrio, a homogeneidade e o realismo sĂŁo as chaves e que pintar fora dos contornos Ă© sinĂłnimo de imperfeição. E depois? Na faculdade descobrem-nos presos e tentam ensinar-nos a ser novamente crianças: a arriscar, misturar, cortar, dobrar, virar, remexer, descolar, agitar… numa procura de identidade tremenda. E esta foi a principal mudança que senti em relação Ă maneira de ver, pensar e sentir a arte ao longo dos anos.
Tento ser, de certa forma, cada vez mais a Leonor dos seis anos, que respondeu sem medo que queria ser pintora e que nĂŁo cedia na decisĂŁo de juntar laranja com rosa, de fazer braços a sair diretamente da cabeça ou olhos esbugalhados num sol no canto da folha. Uma criança nĂŁo se fica pelas preferĂŞncias estĂ©ticas (atĂ© porque muitas vezes ainda nem as tem nem as sabe), nĂŁo se guia por escolas artĂsticas e muito menos se prende por valores de mercado, nĂŁo lhe interessa o domĂnio da tĂ©cnica e muito menos a “transcendĂŞncia” das suas “obras” … e isso Ă© maravilhoso. Gostava de continuar assim. E tem sido uma luta (Ă s vezes brincadeira) constante. Ainda me Ă© difĂcil. Muitas vezes acabo novamente presa. Ă€s vezes surpreendo-me com o resultado (ou com o prĂłprio processo). Ă€s vezes vale a pena cada tentativa. Ă€s vezes vale a pena deixar em aberto. E Ă© nesta mesma corda bamba que tenho cresc(ido). Parte de mim gosta e guia-se pelos academismos, parte de mim tenta combate-los.
6 - Também tocas Violino. O que te fascina na Música?
Bem, já não toco há muuuuuuuito tempo! Gostava de ter coragem para
voltar. Talvez um dia. Sensibilidade – acho que Ă© isso que me fascina.
Necessária para tocar e para saber ouvir. Tal como na pintura, na fotografia,
no desenho… Todos nos projetam de alguma maneira. NĂŁo há ninguĂ©m indiferente Ă
mĂşsica, acho eu. Tenho quase a certeza. Nem todos sabemos compor, tocar ou (en)cantar,
mas ela, a mĂşsica, “toca-nos” a todos… e Ă© esse o seu poder. Quem nunca chorou,
sorriu, ou se arrepiou com ela? … Quantas sensações, poemas? Ela Ă©-me Ăntima, e
acho que a vocĂŞs tambĂ©m. NĂŁo imagino uma vida sem ritmo. Como dirĂamos que
gostamos de alguém sem música? Ou que sentimos saudade? Que temos medo de algo ou
que esse algo Ă© belo?
7 - No Cinema... há algum filme que te tenha marcado especialmente?
O clássico Forrest Gump… talvez o que me encantou
mais até hoje. Aquela história, aquele diretor, aquele ator, aquela banda sonora,
aquela fotografia, aqueles efeitos visuais … combinação perfeita para mim. É um
filme que nos conquista e que nos muda. É que a história não tem um género
único, é uma mistura interessante de vários, que juntos compõem verdadeiramente
uma obra prima. A inocĂŞncia daquela grande (e cheia, completa) histĂłria de
vida, que não se deixou corromper por polémicas e grandes eventos, contada numa
paragem de autocarro, e que no fundo se resumia a umpropĂłsito, encontrar aquela
que lhe escapou… É um filme de pormenores, de detalhes… de simplicidade… acima
de tudo de felicidade e de esperança, de saudade e de amor.
8 - Já tiveste alguma experiência a realizar alguma curta-metragem? Tens alguma curiosidade neste campo?
NĂŁo e sim. NĂŁo tenho experiĂŞncia nenhuma mas a
curiosidade é imensa. Talvez um dia me aventure. Até lá conto histórias com a
pintura e com a fotografia. Mas estou completamente consciente do potencial do
cinema e do que se pode (re)contar através de uma curta-metragem.
9 - Na Fotografia, qual a caracterĂstica que consideras fundamental para que consiga marcar profundamente determinado tipo de população?
Essa pergunta Ă© muito difĂcil! Penso que nĂŁo
exista “a” caracterĂstica que marque profundamente as pessoas. Isso Ă© muito subjetivo,
na minha opinĂŁo. Quando fotografo, fotografo porque desejo e sinto essa
necessidade… sem compromissos com a harmonia perfeita entre luz, velocidade, exposição,
nitidez, foco, entre outros. Interessa-me o que algo pode dizer de novo, de
modo diferente ou simplesmente cujo silĂŞncio me intrigue. E o “objetivo” Ă©
captar para a partir delas poder decifrar, criar novamente ou simplesmente
desdobrar sentidos. Acho que uma “bela” fotografia Ă© aquela que (me) intriga,
que (me) conspira e que (me) (des)constroi (in)conscientemente.
10 - Na experiência que tens tido e pelo que vais observando, tendo em conta a diversidade da população, qual das artes que hoje parece chegar mais facilmente a um maior número de pessoas?
Afinal esta pergunta Ă© que Ă© difĂcil!! NĂŁo sei
responder… A maioria das pessoas (claro que nem todas, felizmente) ainda estĂŁo
muito apegadas às obras que lhes dão respostas rápidas e diretas às suas
perguntas. Se exigir um pouco mais de atenção, de umolhar mais cuidado e de um
pensamento mais crĂtico a coisa já fica mais difĂcil. Descodificar uma obra que
nĂŁo nos dĂŞ logo as pistas, conseguidas somente se nos envolvermos de forma
menos supĂ©rfula com ela, Ă© “penoso”, “trabalhoso”. Ainda há uma certa
resistĂŞncia áquilo que nĂŁo se encaixa no figurativo realista… Interatividade e
tecnologia também parecem estar na lista dos preferidos. Mas mais uma vez, esta
questĂŁo e resposta sĂŁo extremamente subjetivas. Mas as coisas mudam (e tĂŞm
mudado) aos pouquinhos. Há espaço para todas as artes. E há imensas formas de a
fazer chegar às pessoas. Há para todos os gostos e feitios!
LINKS
PortefĂłlio/Blogue:
https://leonorfernandes.weebly.com/
Instagram:
@leonorcms_fernandes
@leonorfernandesart
Facebook:
https://www.facebook.com/Leonor-Fernandes-882590101796636/
Todas as imagens desta publicação são da autoria da Leonor.


















