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| Fotografia tirada pela minha mĂŁe. |
Medo? Medo de quê? Daquilo que nos vai acontecer a todos, inevitavelmente, um dia? Não, não tenho medo. Tenho até uma certa curiosidade. Tenho medo, sim, do sofrimento. Meu e alheio. Pois não suporto ver sofrer quem eu mais amo neste mundo. O resto, o fim da vida... todos nós temos de passar por isso.
NĂŁo somos eternos com vida. Mas podemos ser eternos na vida. Na vida de quem nos ama e de quem nos recorda.
Já dizia o nosso grande poeta, "(...) aqueles, que por obras valerosas/Se vão da lei da morte libertando (...)"...
Sejamos nĂłs tambĂ©m assim para o mundo, criemos obras de tanto valor, nĂŁo no sentido que Ă© dado no poema, mas palavras e atitudes que deixem o mundo mais puro, pacĂfico e bonito.
Seremos com certeza amados no coração de alguém. Sentir-nos-emos com certeza mais serenos connosco e com o mundo, deixando-o assim um pedacinho melhor.
E lembrem-se... é através de simples gestos aleatórios de gentileza que se muda o mundo.
AntĂłnio Feio dir-nos-ia «Sejam felizes!»... acrescento-lhe... e façam do mundo um lugar mais feliz!
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| Fotografia de Dora Simões. Tu Na D'ESTES, 14 de Abril de 2018. Festa das Tunas do IPC. |
Nas caves de Coimbra, ressoavam as cordas de duas guitarras, uma clássica e uma portuguesa. E ouviam-se conversas longĂnquas Ă melodia, mas que se encaixavam perfeitamente no ambiente conimbricense. Copos tiniam e vozes vibravam ao som tunante. Sapatos de traje ouviam-se a subir e a descer as ruas e os estudantes dançavam e cantavam em sintonia, em felicidade, como se fossem apenas um sĂł!
A mĂşsica, os versos e a cidade fundiram-se num sentimento carregado no peito de cada estudante, impossĂvel de esquecer!
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| Fotografia tirada pelo meu irmĂŁo. Coimbra, 2018. |
O lugar que eu abraço como se fosse a minha casa.
O lugar que me abraça como se eu fosse a sua casa.
Encontrei a voz que me envolve em braços quentes. A voz que me canta serenidade e harmonia, num amanhecer marinho, junto à espuma branca das ondas salgadas que banham a costa de areias douradas.
E encontrei o meu coração, que, mais do que vida, me traz felicidade.
Bem Vos Quero 🌼💗
Depois, ̶s̶e̶ ̶p̶u̶d̶e̶r̶e̶s̶, ama-te.
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| Imagem feita por mim no Canva. |
Como já escrevi por cá (AQUI), este ano sou finalista e o grande momento aproxima-se a toda a velocidade, quase sem eu dar conta.
Já tive outro blogue, o Aguarela, e alguns de vocĂŞs chegaram a conhecĂŞ-lo. Mas por variados motivos, teve o seu fim. Uns tempos mais tarde, surgiu o Bem-Me-Quer, mais vivo, mais fresco e menos pesado. E foi ao longo destes Ăşltimos anos que tenho aprendido várias coisas pela Blogosfera. Com altos e baixos, como a Vida de todos nĂłs tem, mas sempre com um espĂrito aventureiro e cada vez mais positivo e optimista.
Sinto que o Aguarela foi o blogue de caloira no mundo da Blogosfera e que o Bem-Me-Quer está a ser uma continuação dessa aprendizagem, mas mais amadurecida.
Este mundo permite-nos interagir com muitas pessoas, encontrar algumas que se aproximam muito com o passar do tempo (outras nem tanto e está tudo bem porque a coisa mais natural do mundo é termos personalidades com as quais nos identificamos mais e outras menos), e que embora não as tenhamos conhecido pessoalmente, parece-nos o contrário! E tudo isto porque é a partilha de experiências, palavras, fotografias, filmes, arte... enfim, vivências que, em palavras, acabam por nos ir descrevendo directa ou indirectamente. Palavras essas que passam para o outro lado do ecrã e, em alguns casos, identificam-se com as nossas personalidades.
Estar aqui Ă© crescer, aprender.
É fazer esta partilha, a pensar na melhor forma de o fazer, tentar trazer conteúdo fresco e leve, mas que também vos possa ser útil. E fazê-lo com amor, na esperança de encontrar quem tenha opiniões e gostos semelhantes ou totalmente diferentes, para que o acto de partilha seja ainda mais rico. E é, acima de tudo, tentar trazer-vos um sorriso, uma emoção, algo que vos faça sentir!
É ler as vossas partilhas e identificar-me com algumas, derreter-me por outras, comentar-vos e seguir-vos sempre que tenho oportunidade!
É receber o vosso feedback, com o coração nas mãos, por não saber se estará bom o suficiente para quem me lê e querer dar-vos o melhor que posso ir dando, por mais simples que seja a publicação.
Por estas e muitas outras razões, fazemos parte da vida de uns e de outros, por mais tĂ©nue que seja essa presença. E Ă© incrĂvel encontrar aqui palavras vossas de conforto nos momentos mais chatos e maravilhoso poder ser eu a dá-las tambĂ©m a quem sei que mais delas precisa! É magnĂfico oferecerem-me palavras nos momentos de vitĂłrias e Ă© fantástico poder tambĂ©m eu dá-las quando Ă© oportuno fazĂŞ-lo!
Assim, como ando a distribuir as tradicionais fitas de finalista, decidi guardar uma destinada ao Bem-Me-Quer, a vĂłs!
Esta ideia parte da Inês, do Bobby Pins, através DESTA publicação, que o fez no seu ano de finalista e achei a ideia super gira e cheia de sentido! Tal como diz a Inês, não é um pedido, nem uma obrigação. É algo que deixo em aberto e quem quiser deixar alguma coisinha, sinta-se livre para o fazer!
Com tecnologia do Blogger.
@the.ginger.bookworm
Where literature becomes home and poetry becomes shelter. Reading & writing. 🇵🇹🇨🇠thegingerbookwormcontact@gmail.com











